Dono da Lua? Milionrio afirma ser proprietrio de parte do satlite natural da Terra

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Enquanto China e Rússia se preparam para construir a primeira estação na Lua, o milionário britânico-americano Richard Garriott afirmou em uma conferência virtual da organização internacional Explorers Club, da qual ele é presidente, que ele é dono de uma parte do satélite natural da Terra.

Garriott é fundador da Origin Systems, que desenvolveu os jogos de RPG da série “Ultima”, onde ele faz uma aparição como o personagem “Lord British”.

O milionário afirma que as escrituras de parte do território lunar foram passadas a ele ao adquirir o módulo de pouso Luna 21, da União Soviética, e o rover Lunokhod 2 por US$ 68,5 mil em 1993 em um leilão espacial da Sotheby’s em Nova York.

Além da propriedade do módulo de pouso e do rover, Garriott afirma ter recebido vários documentos em russo e inglês, um documento de transferência de propriedade e ainda o certificado de propriedade de uma pequena parte da Lua.

Entretanto, Garriott não reivindica apenas a área mencionada no certificado, mas também todo o caminho percorrido pelo rover, que pode ser visto na imagem abaixo e engloba cerca de 40 quilômetros. O Lunokhod 2 operou na lua até 9 de maio de 1973, quando teve seu painel solar e radiador cobertos por poeira, bateu na parede de uma cratera e foi atingido por regolito e cascalho.

Apesar das avarias, o milionário diz que o rover ainda está em uso, pois seus espelhos reflexivos ainda são utilizados por telescópios de todo o mundo para determinar a distância entre a Lua e a Terra.

Sendo assim, Garriott diz que é proprietário do que está mencionado na escritura, de toda a área pela qual o rover passou, o regolito onde ele está localizado e direitos sobre a exploração de toda a área.

Pode ser razoável para mim reivindicar não apenas os 40 km do trajeto, mas tudo o que esse veículo examinou.

Ainda é interessante dizer que EUA e Rússia tem acordos para locais de pouso das suas missões na Lua, dessa forma eles estão fora dos limites para visitas. Então Garriott afirma que a sua propriedade poderia ser utilizada como uma área de recepção.

Se um desses rovers privados chegasse à Lua, pousando perto de nosso local, então teríamos uma troca econômica. Eu diria ‘vou pagar generosamente por quaisquer dados ou fotografias que fizerem de qualquer um dos meus domínios: meu rover, meu lander, minha trilha, minha propriedade. Mas, eu também espero que você me pague direitos de acesso por estar em minha propriedade’. Portanto, teremos trocado interesses econômicos.

Vale dizer que a possibilidade de se vender partes da lua assim como já ocorre em terrenos em nosso planeta já está sendo discutida, pois a própria Agência Espacial Brasileira afirma que é “necessário fornecer garantias para os investidores que garantissem seu retorno e, simultaneamente, um equilíbrio de poder entre os interessados” para exploração do satélite natural.

Entretanto, o Acordo da Lua e o Tratado do Espaço Sideral consideram a Lua como “herança para a humanidade”, sendo assim todos devem ser responsáveis por garantir parcerias e cooperações para incentivar a exploração da Lua.

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