Documento oficial revela quais dados do WhatsApp e de outros mensageiros o FBI pode acessar

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Por meio da Lei de Liberdade de Informação do Estados Unidos, a ONG dedicada à transparência governamental Property of the People obteve acesso a um documento oficial que mostra quais informações de vários mensageiros o FBI tem acesso.

De acordo com a revista Rolling Stone, que também teve acesso ao documento, o texto do material começa destacando que todos os dados são apenas para utilização dentro da lei e só podem ser coletados mediante um mandado judicial.


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Ainda segundo o documento, o FBI (Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos) não consegue ler o conteúdo das mensagens enviadas pelos usuários no WhatsApp, por exemplo. Mas, os metadados gerados estão sob acesso das autoridades.

Na prática, isso significa o governo americano tem acesso a toda a lista de contatos de uma pessoa sob investigação, que é atualizada a cada 15 minutos. A hora das mensagens trocadas também está disponível para a agência governamental.


O material aponta que nove aplicativos de mensagens compartilham os seus dados com o governo americano. São eles:

  • iMessage;
  • Line;
  • Signal;
  • Telegram;
  • Threema;
  • Viber;
  • WeChat;
  • WhatsApp;
  • Wickr.

E a privacidade?


Especialistas jurídicos e tecnólogos ouvidos pela Rolling Stone analisaram o documento e destacam que é raro obter informações tão detalhadas, do ponto de vista do governo, por meio da aplicação da lei, pelos serviços de mensagens.

No entanto, pensando principalmente em profissionais que precisam manter suas conversas realmente privadas, ou anônimas, como jornalistas e advogados, a entrega desses dados pode ter consequências impactantes.


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“O WhatsApp oferecer todas essas informações é devastador para um repórter que se comunica com uma fonte confidencial”, disse o membro União Americana pelas Liberdades Civis, Daniel Kahn Gillmor.

O iMessage, mensageiro da Apple, aparece como “limitado” para o acesso ao conteúdo. Porém, a empresa pode enviar os backups do dispositivo de um investigado mediante um mandato, além das chaves de encriptação do iCloud.

Procurada pela revista Rolling Stone, a Apple se recusou a comentar sobre o documento, que está disponível na íntegra no site da organização Property of the People.

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