Metaverso Horizon Worlds j registrou primeiro caso de assdio sexual

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Se Mark Zuckerberg está realmente querendo começar o metaverso como uma nova realidade, vai ter que considerar todos os mesmos problemas que afetam a vida real dentro do seu mundo virtual. Não à toa, o Horizon Worlds, a plataforma de realidade virtual da Meta, foi aberto para usuários americanos e canadenses acima de 18 anos no dia 9 de dezembro, e já registrou seu primeiro caso de assédio sexual.

“Assédio sexual já não é fácil na internet normal, mas estando em VR, isso adiciona outra camada, que torna o ato ainda mais grave”, contou a vítima à reportagem do site The Verge. Ela diz ter tido seu avatar apalpado um desconhecido na plataforma e que o incidente no Plaza — ou praça, o ambiente central de interação neste mundo — foi testemunhado por outros usuários, que nada fizeram.

“Não só eu fui apalpada na noite passada, mas outras pessoas que estavam lá apoiaram esse comportamento, o que me fez me sentir isolada na Plaza”, afirmou a mulher.

A avaliação interna da empresa indicou que há ferramentas para evitar violências do tipo, invocando a Safety Zone, ou zona de segurança, uma espécie de bolha ao redor do usuários que impede o contato físico de outros avatares.

Ainda assim, Vivek Sharma, vice-presidente da plataforma, classificou o incidente como “absolutamente lamentável”.

“É um bom feedback para nós porque eu ainda quero tornar [a ‘Safe Zone’] mais fácil de ser encontrada”, afirmou ao The Verge.

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