Avro, Gripen e Skyhawk: Force One entra bem em perifricos gamer no Brasil | Anlise / Review

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Na última semana, a Force One expandiu o seu portfólio para além das cadeiras gamer e trouxe uma série de acessórios voltados a jogos. Entre eles, há o teclado Avro, o mouse Gripen e os mousepads Skyhawk em dois tamanhos.

O TudoCelular testou uma unidade de cada um desses periféricos gamer e conta todos os detalhes deles a você.

Teclado Avro


Design e recursos

O teclado Avro consiste em um modelo com fio que possui switches mecânicos, focados em diminuir o tempo de resposta nos games. A Force One inseriu formato completo, com o teclado número à esquerda.

O tamanho não fica não grande se comparado a outros modelos, uma vez que as bordas em volta das teclas são pequenas. Outro detalhe é que os botões possuem a técnica Doubleshot, que impede as letras de apagarem, independente de quanto você digite.

O espaço é satisfatório entre uma tecla e outra e permite que você se acostume sem dificuldade de digitar nele, mesmo se vier de outro teclado diferente. A construção é de plástico texturizado na base, para não deixar escorregar com facilidade. Ainda há duas travas embaixo, que podem ser abertas para deixar o acessório em uma inclinação mais favorável.

As teclas são brancas, mas a caixa é acompanhada por um outro jogo completo na cor preta, além de uma pinça para ajudar na troca. Você pode personalizar e colocar as que quiser de outra cor, para dar um destaque ou diferenciar de alguma forma.

O Force One Avro possui retroiluminação dividida em cinco cores, cada uma em uma área específica do teclado. Ela pode ser desligada ou ter transições personalizadas em botões próprios para isso no próprio produto. Contudo, falta nele um software de gerenciamento para configurar de maneira mais dedicada cada função.

O padrão das teclas é internacional, então você não terá nele o “Ç”, por exemplo. Este pode ser considerado um problema se você estiver acostumado com um no layout ABNT, mas já costuma ser um desafio encontrar modelos gamer com o padrão brasileiro. Caso você tenha uma boa memória tátil, poderá deixar o Windows configurado no ABNT e digitar como se o periférico fosse também – como é o caso deste que vos tecla.

Na parte interna, ele conta com switches mecânicos azuis de alto desempenho, ao mirar em uso dedicado nos eSports. Outra inclusão neles foi a tecnologia anti-ghosting de 25 teclas sobrepostas, para dar sempre precisão nos cliques e impedir que algum deles não saia corretamente.

Experiência

Na prática, conseguimos uma boa experiência com o novo teclado da Force One. Os botões respondem bem aos toques e dão um feedback agradável e preciso. Tanto para digitação normal como em jogos, o Force One corresponde à sua proposta sem grandes problemas.

Uma dificuldade consiste no barulho emitido. Quem está acostumado com teclado mecânico sabe que não é uma tarefa silenciosa usá-lo. No caso do Avro, os ruídos são realmente bem altos e podem te impedir de utilizar com maior frequência no período noturno, por exemplo.

O tamanho agrada e não ocupa muito espaço, se comparado com outros modelos que entregam todo esse conjunto de teclas. A construção também parece bem firme e durável, para não trazer problema por um longo período.

Na parte de conforto, é outro ponto positivo. As teclas são macias e não cansam os dedos mesmo depois de um longo período de digitação ou jogatina. A iluminação permite enxergar bem as teclas, só que falta um gerenciamento maior se houvesse um software dedicado, para personalizar as cores e os setores de maneira mais dedicada.

Mouse Gripen


Design e recursos

O mouse Gripen se trata de um modelo no formato “colmeia”. Isso porque ele possui uma série furos em hexágonos no seu corpo, os quais não somente realçam o design, como também melhoram a pegada durante o uso. O tamanho dele é mediano e tem os dois lados assimétricos, para servir a ambidestros.

Há a presença de dois botões personalizáveis na lateral esquerda, bem como um atrás da barra de rolagem para alternar entre as opções de sensibilidade. O sensor óptico tem um máximo de 12.000 DPI, mas são ajustáveis conforme a cor emitida e essa tecla superior. Embaixo, há outro botão para customizar as transições dos LEDs RGB – ou desligá-los.

Assim como o teclado, o mouse também é cabeado, porém ele vem com um fio reforçado do tipo Umbrella Rope, que lembra um cordão mais resistente. A rolagem é emborrachada e melhora a precisão e o uso.

O corpo em si possui construção em plástico básico que não passa tanta sensação de durabilidade, porém ajuda demais na leveza – são 79 gramas – e no conforto durante o uso. O sensor também funciona bem em qualquer tipo de superfície, mesmo nas porosas e de cor clara.

Software e extras

Diferente do Avro, o Gripen possui um software para gerenciamento de suas funções. Por meio dele, dá para configurar a ação de cada botão individualmente, bem como personalizar a iluminação desde as transições dos LEDs inferiores até a luz de cada configuração de DPI – para reconhecer facilmente qual a sensibilidade escolhida.

Na parte de performance, o programa permite ajustar a taxa de polling – de 125 até 1.000 Hz –, as velocidades do mouse, do scroll e do click duplo, além da resposta da tecla. Dentro do driver – baixável diretamente pelo site oficial –, ainda é possível gravar macros para o mouse, se precisar automatizar alguma ação mais complexa.

Outra facilidade do Force One Gripen está na presença de memória interna, a qual permite armazenar as configurações personalizadas e as levar para onde quiser. Característica que auxilia praticantes de eSports, por exemplo.

Experiência

A experiência com o Gripen superou as expectativas e foi bem satisfatória. A precisão em jogos ficou bem agradável e o suporte a 12.000 DPI ajuda bastante principalmente em games do gênero FPS. Para uso geral, ficar entre 2.400 e 3.600 já será suficiente.

O mouse fica bem confortável na mão e a sua leveza realmente impacta na utilização sem se cansar. Porém, apesar de ser simétrico para o uso com as duas mãos, este que vos escreve é ambidestro e tentou usar com a esquerda. A pegada agrada, contudo há uma grande dificuldade de usar os botões laterais. Ou seja, recomendamos apenas deixá-lo do lado direito.

A possibilidade de usar em qualquer superfície também abre um leque de uso em diferentes locais deste mouse. Outro destaque positivo está na barra de rolagem emborrachada, que passa uma sensação muito precisa e de grande resistência.

Mousepads Skyhawk


O TudoCelular testou os dois tamanhos do mousepad Skyhawk: o XXL e o L. Basicamente, a diferença entre eles está apenas nas dimensões. O maior mede 90 x 40 cm, enquanto o menor fica em 34 x 28 cm.

A parte superior deles contém o tecido Mesh Fibertek, o qual ajuda bem no rastreamento do mouse e na resposta. Você conseguirá deslocar o mouse de maneira bem fluida e suave, sem escorregar ou “passar do ponto” em uma partida, por exemplo.

As bordas deles são costuradas e prometem longa durabilidade. Se elas ajudarão na vida útil, só saberemos com o tempo. Mas a sensação é de alta resistência, de fato. Por outro lado, eles contam com uma base emborrachada antideslizante, capaz de impedir que saia do lugar com eficiência.

Por uma questão de espaço, tivemos uma experiência mais agradável com o modelo L, visto que o XXL exige um grande espaço – porém permite apoiar também o teclado. Faltou neles ainda algum apoio para punho – seja básico ou ergonômico –, para reduzir um pouco o esforço nessa região.

Consideraes finais


No geral, podemos dizer que a Force One fez uma boa entrada no segmento de periféricos gamer no Brasil. Todos os seus acessórios entregam mais prós do que contras, mesmo longe da perfeição.

De todos, o destaque maior fica para o mouse, que proporciona a experiência mais completa ao que cada tipo de periférico se propõe a oferecer. O Gripen conta com botões extras, iluminação tanto para estética como para identificar a configuração escolhida, memória interna para guardar as personalizações e um software dedicado de gerenciamento, sem contar no seu cabo bem reforçado.

O teclado Avro não decepciona no tempo de resposta e no feedback tátil, além de ter se preocupado e mandar outro jogo completo de teclas na caixa, sem precisar comprar separadamente. No entanto, faltou um programa que permitisse uma personalização maior da sua iluminação e de outras características que pode oferecer. Além de fazer um barulho que não é aconselhável de se usar à noite.

Já os mousepads Skyhawk XXL e L cumprem bem com a proposta básica de oferecer suavidade nos movimentos e uma base que não escorrega. Eles poderiam ter ainda um apoio para punho, para aumentar o conforto, mas quem está acostumado a não ter o adicional não vai estranhar a ausência.


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Valem a pena?

Os periféricos gamer da Force One são recomendados para quem deseja um bom desempenho nos seus jogos e mesmo nas atividades cotidianas. Apesar de cobrarem preços compatíveis com o mercado atual, ainda recomendamos que procure alguma promoção para deixá-los abaixo de concorrentes como Logitech e HyperX, que já estão mais consolidadas nesse mercado.

E aí, qual foi a sua avaliação sobre os novos acessórios gamer da Force One no Brasil? Pretende comprar algum? Qual deles mais te interessou? Interaja conosco!

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